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Médicos Veteranos

A memória viva dos últimos 50 anos da história da medicina no Rio de Janeiro.

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Porque conhecer a história profissional de cada um?

O trabalho profissional do médico é buscar a cura das pessoas doentes. Nem sempre isto é bem sucedido porque o conhecimento disponível às vezes não é o bastante para atingir este propósito. Deve-se buscar a solução desses entraves pela Ciência, o conhecimento, o talento e a dedicação. Os médicos são treinados a realizarem tais tarefas sem se importarem com qualquer coisa que não seja o benefício do paciente. Não é admissível preconceitos que prejudiquem a prática da boa medicina..
No Brasil, nos contextos, social, econômico e político, os médicos têm cumprido sua missão. No labor diário de cada médico uma história diferente acontece e no cômputo geral a grande história da medicina se desenvolve.
Recolher cada uma destas experiências únicas é deslindar a própria história e observar a notável construção social que foi feita em benefício do povo, sob a influência de variado ambiente político.
Ser fiel à ciência é obrigação, pois é esta que dá fidedignidade perante à sociedade. O médico esclarece a realidade. É a pessoa que aponta as soluções possíveis e menos danosas.
Individualmente o cotidiano é por vezes tedioso, isolado, mas quando visto coletivamente percebe-se que há algo percorrendo todas as vivências, uma espécie de amálgama, que une os profissionais, os pacientes e seus comportamentos. Diante da ciência não há polêmica, mas dúvidas a serem esclarecidas.
O compromisso com a verdade científica é que identifica o caráter do profissional perante a sociedade.

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A Turma Noel Nutels da Faculdade de Ciências Médicos da UERJ (FCM – UERJ) com 133 formandos, foi diplomada em medicina na cerimônia pública de colação de grau em dezembro 1974 na Concha Acústica do Campus da UERJ.

Neste ano houve graduados em medicina em quatro faculdades públicas, três na cidade do Rio de janeiro, uma em Niterói e seis faculdades privadas, duas na cidade do Rio de janeiro e quatro em outras cidades

Presume-se que os formandos de 1974, vivos na data do censo do CFM (2022) estão na faixa etária de 70 anos ou mais. No Rio de Janeiro eles representam 1,5 % do total de médicos no Brasil, perfazendo 8.743 pessoas. Elas são a memória viva dos últimos 50 anos da história da medicina no Rio de Janeiro.

Os depoimentos destes veteranos sobre suas trajetórias profissionais é o objetivo desta página.

Escolas

UFRJ – FACULDADE DE MEDICINA

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